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Com a grande competitividade do mercado e cada vez mais fintechs e instituições nos ramos bancário e de crédito, uma das grandes preocupações dos gestores de empresas dessas áreas é como reter talentos.

Enquanto grandes bancos apresentam cada vez mais projetos na área de tecnologia, os novos players estão diariamente abrindo vagas para desenvolvimento e programação, o que exige de todos a criação de estratégias de retenção bem elaboradas.

Como a remuneração, apesar de muito importante, não é a única forma de reter bons talentos, mesmo que seja a mais lembrada, vamos citar seis ações relacionadas a outros temas para ajudá-lo com essa tarefa. Acompanhe-nos.

Estruturar um plano de cargos, salários e carreiras

Quando profissionais não entendem as políticas e decisões da empresa para promoções podem ficar desmotivados por não saberem se existe possibilidade de crescimento ou, ainda pior, por acharem que as promoções ocorrem pelos motivos errados, como afinidade pessoal. Além da desmotivação, esses pensamentos geram insatisfação e vontade de recolocação profissional em outro local supostamente mais ético nas relações internas.

Com um plano de cargos, salários e carreiras as pessoas não só entendem por que os superiores estão nas posições que estão, mas também compreendem que existe um caminho claro para o crescimento profissional e financeiro. Assim, também sabem como trilhar esse caminho, o quão longo ele pode ser e quais são os principais critérios utilizados para a mensuração da evolução das pessoas em suas jornadas.

Como qualquer outro plano, esse deve ser documentado com detalhes para cada setor e cargo e estar sempre disponível para consulta por parte dos integrantes de cada equipe. Aliás, todos os novos contratados devem recebê-lo assim que passam a fazer parte da empresa, e as atualizações têm de ser divulgadas para que todos fiquem a par das diretrizes que estão em exercício.

Estruturar um plano de educação continuada

Esse plano em conjunto com o anterior se mostra muito poderoso na retenção de talentos, pois se as pessoas vislumbram oportunidade de crescimento e ainda contam com a empresa para se desenvolverem dificilmente pensam em trabalhar em outro lugar.

Olhando por outro ponto de vista, quando a organização investe na educação continuada, os empregados não precisam tirar dinheiro do próprio bolso para isso nem conciliarem extraoficialmente os horários de trabalho e aprendizado.

Dar autonomia aos profissionais

Sabemos que processos e organização importam muito e ajudam os departamentos a funcionarem como o esperado, mas os profissionais — especialmente talentos acima da média — também gostam de ter algum grau de autonomia, seja para fazer testes ou tomar decisões.

Um bom profissional que sente-se limitado dentro do ambiente não demora a desejar ter mais autonomia e desafios para inovar e mostrar que pode oferecer mais do que demonstra seguindo a linha de processos padrão da organização. Inclusive, a própria empresa perde com isso investindo dinheiro em uma folha de pagamentos com potencial subutilizado.

Ademais, sendo possível, o negócio pode promover ou permitir a criação e o desenvolvimento de processos paralelos que dão quase 100% de autonomia aos envolvidos. O resultado disso pode ser o surgimento de soluções inovadoras e não previstas. E quando ocorrer, os envolvidos têm de ser reconhecidos e devidamente recompensados.

Evitar críticas destrutivas

Pode parecer que isso nem precisa ser mencionado, mas ainda existem gestores que acreditam na modelo Steve Jobs de "motivação", baseado em xingamentos públicos e em voz alta.

Esse tipo de comportamento somente gera insatisfação por parte de quem é constrangido e vontade crescente de não atuar em um ambiente assim. Consequentemente, outros profissionais que não concordam com a abordagem acabam se retraindo e não mais dando ideias ou tentando inovar. E também podem começar a buscar outro local de trabalho por não gostarem do ambiente.

Por mais errada que tenha sido uma ação ou decisão, a pessoa nunca deve ser atacada. Os seus argumentos e suas práticas devem ser questionados para que ela enxergue o erro e busque fazer melhor, sentindo que tem apoio, é respeitada e está em um ambiente seguro para progredir.

Promover facilidades com convênios

Mais uma ação que promove a satisfação dos empregados com a empresa e ajuda na retenção de talentos é o oferecimento de facilidades a eles por meio de convênios, fazendo com que economizem e ainda tenham mais acesso a diversas atividades.

Por exemplo, o negócio pode ter convênio com uma rede de academias para facilitar o acesso dos trabalhadoes a exercícios físicos. E nem precisamos falar dos convênios médico e dentário, sempre muito valorizados por trabalhadores e candidatos a vagas.

Oferecer horários flexíveis

Com o tanto de recursos tecnológicos que existem atualmente, nem toda instituição precisa atribuir um horário de trabalho imutável aos funcionários, até porque a falta de liberdade e autonomia pode deixá-los incomodados.

Obviamente, alguns profissionais têm de atuar em determinados horários, como os atendentes dos caixas dos bancos. Mas há funcionários que podem entregar o que se espera deles independentemente de quando entram ou saem da empresa. Aliás, podem até mesmo uma vez por semana fazerem home office.

Dessa maneira, as pessoas que contam com flexibilidade terão menos chances de estarem preocupadas com outros assuntos quando estiverem trabalhando, pois terão mais liberdade para resolvê-los. E será ainda mais difícil de esses talentos serem perdidos por conta de o trabalho ser impossível de conciliar com outros pontos de suas vidas, como cuidado com saúde mental ou física e resolução de problemas pessoais.

Aliando a satisfação dos funcionários a um caminho de possibilidades e crescimento, não esquecendo do cuidado com as pessoas além do profissional, há como reter talentos e preservar esse grande ativo que são os recursos humanos.

E na sua empresa, já existem estratégias de retenção? Compartilhe conosco nos comentários como o seu ambiente é ajustado para manter e desenvolver a equipe.

Apesar de os mercados financeiro e bancário do Brasil terem maturidade, as áreas seguem em desenvolvimento. Com a apresentação frequente de novos conceitos e abordagens, uma dúvida surge para as instituições financeiras: como aumentar o lucro com o open banking?

A proposta desse conceito é oferecer serviços inovadores e eficazes com a ajuda da tecnologia. O pressuposto é a existência de uma camada tecnológica padronizada, que facilita a comunicação e melhora a portabilidade dos dados.

Como isso impacta o faturamento e, melhor ainda, o lucro? De que forma as diretrizes e possibilidades do open banking ajudam a alcançar esse objetivo? É o que apresentaremos neste artigo. Confira!

A consultoria de gestão Accenture, em pesquisa realizada no ano de 2017 com mais de 600 executivos do ramo bancário, revelou que 79% deles, sendo 91% a nível de Brasil, apostam na inteligência artificial (IA) na automação bancária para conceber interfaces melhores para os usuários e aperfeiçoar significativamente as operações internas.

O fato é que essas possibilidades não são realidades apenas para os bancos, mas também para outras empresas que trabalham com crédito e ativos financeiros, incluindo as fintechs.

Veja alguns benefícios do impacto da IA para empresas e clientes e casos reais e revolucionários da aplicação de inteligência e machine learning nas operações.

logo ciab

Vem aí o CIAB Febraban 2019, um evento especial para quem deseja ficar por dentro dos assuntos mais importantes sobre tecnologia disruptivas, transformações digitais e o futuro do sistema financeiro.

A Fóton participará pela 12ª vez deste que é o maior congresso de tecnologia da informação e digital para o setor financeiro, que acontecerá de 11 a 13 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Com estande próprio, vamos expor nosso mix de soluções para os maiores players do mercado brasileiro e da América Latina. Em destaque, apresentaremos as novidades implantadas nas soluções Next Bank Web e Extra Cash Web (para ATMs e totens), além do aplicativo CAIXA TEM, desenvolvido pela Fóton especialmente para a CAIXA, e que tem lançamento previsto para o público geral no início de junho.

Neste ano, o tema "Conectado com o Cliente. Contribuindo para a Sociedade" irá nortear o conteúdo do evento. Segundo os debates propostos, o sistema financeiro brasileiro não só oferece os melhores produtos aos clientes, mas também contribui para o desenvolvimento da sociedade por meio da inovação.

Visando estabelecer no Brasil um open banking, chamado também de sistema financeiro aberto, de compartilhamento de dados dos clientes de instituições financeiras, bancárias e de crédito, o Banco Central (Bacen) divulgou em abril de 2019 as diretrizes para a consolidação do projeto. Os objetivos da autoridade com ele são fomentar um ambiente de negócios mais inclusivo e competitivo e aumentar a eficiência do sistema financeiro brasileiro.

Até o momento, apenas alguns critérios foram publicados pelo Bacen no Comunicado 33.455. Mas a partir de julho de 2019 deve ser iniciada a criação do cronograma de implantação do sistema, previsto para começar a funcionar no segundo semestre de 2020, e a colocação em consulta pública das primeiras normativas acerca do seu funcionamento.

Agora, fique a par das primeiras diretrizes do sistema, que já dão uma ideia de como será o modus operandi e de quais serão as limitações dos participantes.

Segunda, 24 Setembro 2018 17:40

Fóton entre as que mais crescem no Brasil

Em setembro, fomos eleitos uma das PMEs que mais crescem no país!

O estudo, realizado pela Deloitte em parceria com a Revista EXAME, também indicou que a Fóton é a segunda PME que mais cresce no Centro-Oeste.

Em 2018, a pesquisa envolveu empresas que apresentaram expansão de receitas significativamente maiores do que o crescimento da economia brasileira entre os anos de 2015 e 2017.

Entre os dias 12 e 14 de junho estivemos presentes no maior evento de tecnologia da América Latina para o setor financeiro - o CIAB Febraban - apresentando as novas funcionalidades incorporadas em nossas soluções de Mobile Banking, Agência e Rede de Autoatendimento.

Durante o evento também celebramos ao lado de clientes e parceiros os nossos 25 anos de existência. 

Começou a valer no dia 11 de setembro a 2ª etapa da nova norma da Federação Brasileira dos Bancos que permite ao cidadão pagar boletos bancários vencidos, com valor superior a R$ 2 mil, em qualquer instituição financeira.

A regra já estava valendo para contas acima de R$ 50 mil desde julho de 2017.

A implantação da Nova Plataforma de Cobrança está sendo realizada de forma gradual. Em 9 de outubro serão liberados boletos bancários acima de R$ 500. Em 13 de novembro, boletos acima de R$ 200 e por fim, em 11 de dezembro, serão liberados todos os boletos vencidos, independente do valor.

Além de facilitar o rastreamento de pagamentos e propiciar a baixa automática da dívida no sistema, a inserção destes dados nos boletos trará mais facilidade nos processos de DDA - Débito Direto Autorizado e prevenção a fraudes.

A FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos, em parceria com os players da rede bancária nacional, implantaram a Nova Plataforma de Cobrança a fim de trazer mais tecnologia para o sistema de cobrança bancária.

A primeira fase deste projeto disponibiliza essa facilidade para boletos emitidos com valor igual ou superior a R$ 50 mil. No decorrer dos próximos meses, as próximas fases do projeto serão implantadas, oferecendo até dezembro de 2017 o pagamento de boletos de quaisquer valores nesta modalidade.

Convergência Digital
Ana Paula Lobo e Rafael Bengoza - 11/06/2017


As agências não vão desaparecer por conta da proliferação dos canais digitais. O que vai acontecer é a modernização do modelo utilizado, sustenta Mario Malagutti, diretor da Fóton Informática, empresa brasileira especializada em automação bancária. O executivo conta que um banco brasileiro está implantando uma solução de automatização em que foi feito um redesenho das agências.

"Não vamos ter mais servidores no local. Tudo será feito pela web. O conceito é muito parecido com o GMail, do Google. Tudo simples e automatizado", pontua Malagutti, sem poder, no entanto, revelar o nome da instituição financeira que adquiriu a solução.